domingo, 19 de junho de 2011

Livros, amigos amados.

Os 100 livros essenciais da literatura brasileira, listados em ordem alfabética de autor.
Leia e divirta-se!



Adélia Prado: Bagagem

Aluísio Azevedo: O Cortiço

Álvares de Azevedo: Lira dos Vinte Anos
Noite na Taverna

Antonio Callado: Quarup

Antônio de Alcântara Machado: Brás, Bexiga e Barra Funda

Ariano Suassuna: Romance d'A Pedra do Reino

Augusto de Campos: Viva Vaia

Augusto dos Anjos: Eu

Autran Dourado: Ópera dos Mortos

Basílio da Gama: O Uraguai

Bernando Élis: O Tronco

Bernando Guimarães: A Escrava Isaura

Caio Fernando Abreu: Morangos Mofados

Carlos Drummond de Andrade: A Rosa do Povo
Claro Enigma

Castro Alves: Os Escravos
Espumas Flutuantes

Cecília Meireles: Romanceiro da Inconfidência
Mar Absoluto

Clarice Lispector: A Paixão Segundo G.H.
Laços de Família

Cruz e Souza: Broquéis

Dalton Trevisan: O Vampiro de Curitiba

Dias Gomes: O Pagador de Promessas

Dyonélio Machado: Os Ratos

Erico Verissimo: O Tempo e o Vento

Euclides da Cunha: Os Sertões

Fernando Gabeira: O que é Isso, Companheiro?

Fernando Sabino: O Encontro Marcado

Ferreira Gullar: Poema Sujo

Gonçalves Dias: I-Juca Pirama

Graça Aranha: Canaã

Graciliano Ramos: Vidas Secas
São Bernardo

Gregório de Matos: Obra Poética

Guimarães Rosa: O Grande Sertão veredas, Sagarana

Haroldo de Campos: Galáxias

Hilda Hilst: A Obscena Senhora D

Ignágio de Loyola Brandão: Zero

João Antônio: Malagueta, Perus e Bacanaço

João Cabral de Melo Neto: Morte e Vida Severina

João do Rio:A Alma Encantadora das Ruas

João Gilberto Noll: Harmada

João Simões Lopes Neto: Contos Gauchescos

João Ubaldo Ribeiro: Viva o Povo Brasileiro

Joaquim Manuel de Macedo: A Moreninha

Jorge Amado: Gabriela, Cravo e Canela
Terras do Sem Fim

Jorge de Lima: Invenção de Orfeu

José Cândido de Carvalho: O Coronel e o Lobisomen

José de Alencar: O Guarani
Lucíola

José J. Veiga: Os Cavalinhos de Platiplanto

José Lins do Rego: Fogo Morto

Lima Barreto: Triste Fim de Policarpo Quaresma

Lúcio Cardoso: Crônica da Casa Assassinada

Luis Fernando Verissimo: O Analista de Bagé

Luiz Vilela: Tremor de Terra

Lygia Fagundes Telles: As Meninas
Seminário dos Ratos

Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cubas
Dom Casmurro

Manuel Antônio de Almeida: Memórias de um Sargento de Milícias

Manuel Bandeira: Libertinagem
Estrela da Manhã

Márcio Souza: Galvez, Imperador do Acre

Mário de Andrade: Macunaíma;
Paulicéia Desvairada

Mário Faustino: o Homem e Sua Hora

Mário Quintana: Nova Antologia Poética

Marques Rebelo: A Estrela Sobe

Menotti Del Picchia: Juca Mulato

Monteiro Lobato: O Sítio do Pica-pau Amarelo

Murilo Mendes: As Metamorfoses

Murilo Rubião: O Ex-Mágico

Nelson Rodrigues: Vestido de Noiva
A Vida Como Ela É

Olavo Bilac: Poesias

Osman Lins: Avalovara

Oswald de Andrade: Serafim Ponte Grande
Memórias Sentimentais de João Miramar

Otto Lara Resende: O Braço Direito

Padre Antônio Vieira: Sermões

Paulo Leminski: Catatau

Pedro Nava: Baú de Ossos

Plínio Marcos: Navalha de Carne

Rachel de Queiroz: O Quinze

Raduan Nassar: Lavoura Arcaica
Um Copo de Cólera

Raul Pompéia: O Ateneu

Rubem Braga: 200 Crônicas Escolhidas

Rubem Fonseca: A Coleira do Cão

Sérgio Sant'Anna: A Senhorita Simpson

Stanislaw Ponte Preta: Febeapá

Tomás Antônio Gonzaga: Marília de Dirceu
Cartas Chilenas

Vinícius de Moraes: Nova Antologia Poética

Visconde de Taunay: Inocência

entre outros tantos.

bom entretenimento.
isa.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

Sorocabana.


SAUDADE.......................

A estação, sem data. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960

Estação, prov. anos 30. Foto cedida por Marcelo Tálamo

Plataforma da estação de Sorocaba, sem data. Foto cedida por Alberto Del Bianco



A plataforma da estação, 1909. Foto cedida por Marcelo Tálamo



A estação, em 1877. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960

Estaçao Ferroviária Sorocabana




E. F. Sorocabana (1875-1892)
Cia. União Sorocabana e Ytuana (1892-1907)
Sorocabana Railway (1907-1919)
E. F. Sorocabana (1919-1971)
FEPASA (1971-1998)
SOROCABA
Município de Sorocaba, SP
Linha-tronco - km 104,664 (1931) SP-0580
Inauguração: 10.07.1875
Uso atual: fechada com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1875

HISTORICO DA LINHA: A E. F. Sorocabana foi fundada em 1872, e o primeiro trecho da linha foi aberto em 1875, até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu até 1922, quando atingiu Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná. Antes, porém, a EFS construiu vários ramais, e passou por trocas de donos e fusões: em 1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na época à beira da falência. Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia, vendida para o Governo paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para o grupo de Percival Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas linhas incorporadas pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a ser o dono, por causa da situação precária do grupo detentor. Assim foi até 1971, quando a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal FEPASA. O seu trecho inicial, primeiro até Mairinque, depois somente até Amador Bueno, desde os anos 20 passaram a atender principalmente os trens de subúrbio. Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho passou a ser administrado por ela. Trens de passageiros de longo percurso trafegaram pela linha-tronco até 16/1/1999, quando foram suprimidos pela concessionária Ferroban, sucessora da Fepasa. A linha está ativa até hoje, para trens de carga.

A ESTAÇÃO: A estação de Sorocaba foi inaugurada em 1875 como o ponto final da linha original da Sorocabana, que não por acaso tem esse nome: a idéia original dos donos era ligar Sorocaba a São Paulo pelo caminho mais curto. Dois anos antes, justificava-se sua posição: "O lugar para a estação de Sorocaba sofreu uma mudança para com o primiero projeto, motivada pelas seguintes razões: Para chegar ao lugar primeiramente destinado a receber o edifício desta nossa estação central, o traçado cortou várias ruas da cidade de Sorocaba que portanto teria que ter diversas passagens em nível, e o novo as evita sa mesma maneira transpondo muito antes o o ribeirão do Superery, afastando-se ainda mais da cidade e deixando a maior parte dessas ruas do seu lado esquerdo. A despesa do movimento de terra para a criação do plano da estação diminuiu com o novo projeto, como patenteiam as plantas topográficas aqui existentes. Também se evita a expropriação de muitas parcelas de quintais de numerosos proprietários. Diminui enfim o lugar novamente escolhido o valor total da expropriação e sobretudo ficará com bastante espaço para os fins desejados, como para a colocação dos necessários edifícios, que não sou poucos, e para o tráfego tanto da via férrea quanto para os veículos estranhos" (C. Spetzler, Engenheiro em Chefe, Relatório da Sorocabana, 27/09/1873). Em 1876, a linha já se estendia até Villeta (George Oetterer), e foi seguidamente sendo prolongada até atingir, em 1922, o rio Paraná, em Presidente Epitácio. Inicialmente sede das oficinas da linha, estas foram, em 1903, transferidas para a estação de Mairinque. Em 1929, o prédio original foi reformado e transformou-se no atual, tornando-se um dos maiores edifícios de toda a linha. Ainda funcionou como uma


ACIMA, topo esquerda e direita: vistas do saguão principal, restaurado, em 11/2007. ABAIXO: bilheterias do saguão e detalhe de uma das bilheterias, a de 2a classe (Fotos Diovani Resende, 11/2007).
estação tradicional, vendendo bilhetes, embarcando e desembarcando passageiros até a entrada de operação da Ferroban, no final de 1998. Da estação de Sorocaba sai a E. F. Votorantim, pertencente originalmente à Votorantim e hoje operada pela Ferroban. Embora o trem de passageiros da linha-tronco tenha sido desativado em 16/01/1999, Sorocaba continuou embarcando os passageiros da linha Sorocaba-Apiaí, que seguia pelo antigo ramal de Itararé, até 01/03/2001, quando esse trem também foi suprimido. O pátio e a estação estiveram abandonados e ameaçados até de demolição. No final de 2005, a Prefeitura de Sorocaba conseguiu negociar com a RFFSA a compra e a posse provisória da estação, que em 2009 pretende transformá-la na sede do futuro Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Vagner Abreu, 2009; Alberto Del Bianco; Diovanni Resende; Marcelo Tálamo; Ricardo Koracsony; Adriano Martins; E. F. Sorocabana: relatórios oficiais, 1872-1969; Noventa anos da Sorocabana, 1960; IBGE, 1960; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)


A estação, em 1877. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960
A estação, sem data. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960
A plataforma da estação, 1909. Foto cedida por Marcelo Tálamo

Plataforma da estação de Sorocaba, sem data. Foto cedida por Alberto Del Bianco
Estação, prov. anos 30. Foto cedida por Marcelo Tálamo
A estação em 20/02/1998. Foto Ralph M. Giesbrecht

Tristeza e abandono na plataforma da estação de Sorocaba, em novembro de 2002. Foto Ricardo Koracsony
Os portões da judiada estação, em 03/2003. Foto Adriano Martins
Fachada da estação restaurada, em 2007. Foto Diovanni Resende


Atualização: 20.02.2011







Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.

cutes e queros.




Lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Joaninhas.

Joaninhas
Inseto é um predador voraz

As joaninhas são insetos pequenos e coloridos, muito admirados por sua beleza e, em muitas culturas, símbolos de boa sorte e fartura. Esses simpáticos insetos pertencem à ordem Coleóptera, assim como os besouros, e à família Coccinellidae, para a qual já foram descritas mais de 5.000 espécies.

Os insetos da ordem Coleóptera possuem dois pares de asas. Um par é fino e membranoso e encontra-se sob o outro par de asas, chamadas de élitros, que são duras e resistentes. Os élitros da maioria das espécies de joaninhas possuem cores vibrantes, como amarelo, laranja e vermelho, com pequenos pontos pretos. Porém, algumas apresentam uma coloração escura e uniforme.

Estes insetos medem entre 0,3 mm e 10 mm de comprimento e possuem um par de antenas com função sensorial. As antenas são utilizadas na procura de alimentos, para localização espacial, procura por parceiros reprodutivos, entre outras funções. Para manter as antenas limpas, as joaninhas as esfregam com o primeiro par de patas, e, desta forma, removem resíduos que podem interferir em sua sensibilidade.


Como se protegem
As joaninhas se alimentam de pequenos insetos, ácaros, pólen e néctar. Apenas duas espécies se alimentam de tecidos vegetais. Por sua vez, as joaninhas são predadas por insetos maiores, algumas espécies de pássaros e anfíbios.

Para se proteger, elas contam com algumas estratégias. A coloração vibrante pode atuar como uma forma de aviso ao predador sobre a sua impalatabilidade, ou seja, seu gosto ruim, ou sobre a sua toxicidade, evitando que o predador a ataque. Outra forma de defesa utilizada por algumas espécies é o comportamento de deitar-se com o abdome para cima, seguido da liberação de um líquido com odor desagradável. Dessa forma, a joaninha finge-se de morta e esquiva-se da atenção de seu predador.


Controle biológico de pulgões
Os afídeos, popularmente conhecidos como pulgões, são insetos pertencentes à ordem Hemyptera e parasitam diversas espécies vegetais. Os pulgões possuem um aparelho bucal do tipo sugador, com o qual perfuram os tecidos vegetais, alcançado seus vasos condutores e sugando sua seiva. São considerados pragas agrícolas e podem causar sérios prejuízos às plantações.

As joaninhas são predadoras vorazes de pulgões, alimentando-se tanto da forma adulta quanto da larva. Uma única joaninha pode comer mais de 50 pulgões por dia. Por esse motivo, as joaninhas são freqüentemente utilizadas para realizar o controle biológico desta praga em áreas de cultivo agrícola. Com esse objetivo, centenas de joaninhas são introduzidas na plantação para que, ao se alimentarem dos pulgões, livrem as plantas desse parasita.

Essa estratégia é interessante, pois evita o uso de inseticidas químicos, que podem ser tóxicos para o ambiente e para o homem. Porém, deve ser realizada com cautela e com base no conhecimento científico, uma vez que, caso seja introduzida uma espécie exótica, ou seja, que não ocorre naturalmente no local, corre-se o risco de provocar um desequilíbrio ecológico. O resultado pode ser desastroso, ocasionando o desaparecimento das espécies de joaninha nativas e também levando à desequilíbrios na cadeia alimentar do ecossistema.

Um caso famoso ocorreu nos Estados Unidos, quando uma espécie asiática foi introduzida em plantações para controlar os pulgões e, por falta de predadores, acabou por se reproduzir descontroladamente, transformando-se numa praga doméstica que infesta casas e jardins.


Reprodução
As joaninhas, assim como os demais insetos, são organismos dióicos, ou seja, existem fêmeas e machos. Em muitas espécies, machos e fêmeas são morfologicamente diferentes, podendo apresentar tanto tamanhos quanto cores diferentes. A esta diferença é dado o nome de dimorfismo sexual. A fecundação é interna e pode ocorrer diversas vezes ao ano.

Em cada ciclo reprodutivo, a fêmea pode colocar de 10 a mais de 1.000 ovos. Antes da postura, a joaninha procura um local adequado para a eclosão dos ovos, geralmente depositando-os de forma agrupada, sobre folhas ou caules de plantas, e próximos a fontes de alimento. Da sua eclosão até atingir a forma adulta, as joaninhas sofrem a chamada metamorfose completa, ou seja, passam pelos estágios de larva e pupa. Por isso, seu desenvolvimento é classificado como holometábolo (do grego holos, total, e metáboles, transformação).


Desenvolvimento
Após um período que varia entre 4 a 10 dias, as larvas eclodem e começam a se alimentar. Muitas vezes, o primeiro alimento é a casca de seu próprio ovo. O tempo de eclosão das larvas depende da espécie, mas também está relacionado à temperatura do ambiente, sendo menor em regiões de clima tropical, ou nas estações quentes do ano. As larvas em nada lembram as joaninhas adultas. São alongadas e apresentam uma coloração escura.

Durante o seu crescimento, podem ocorrer de 4 a 7 mudas. As mudas, ou ecdises, são as trocas periódicas do exoesqueleto quitinoso que envolve o corpo dos artrópodes e que permite o seu crescimentos um período que pode variar de uma semana até cerca de 20 dias, a larva se fixa a um substrato, geralmente caules ou folhas, e se transforma na pupa. A pupa é um estágio imóvel, no qual inúmeras transformações irão resultar no indivíduo adulto. Este estágio pode durar até cerca de 10 dias, dependendo da temperatura e da espécie.

Após este período, a parede da pupa se abre e, finalmente, emerge a forma adulta da joaninha. Assim que a joaninha sai da pupa, o seu exoesqueleto ainda é mole e vulnerável, por isso, ela permanece imóvel durante alguns minutos, até que ele endureça e ela possa voar. O tempo de vida de uma joaninha varia entre 3 até cerca de 9 meses.

Por Isasakura
de, Alice Dantas Brites.

Lindinhos.






Querooooooooooooo........................


Quero um bolo de Joana.

Amo Joaninhas.

segunda-feira, 28 de março de 2011

tenha um Bom Dia.

pudim do seu Pedro.

Pudim de Padaria do Pedro

500 g açúcar, 225 g de farinha de trigo, 3 ovos, 50 g de queijo ralado, 100 g de coco ralado, 1 colher de manteiga, 750 ml de leite, gotas de baunilha

Calda: 1/2 copo de água, 1 xícara de açúcar

Primeiro faça a calda. Leve uma xícara de açúcar ao fogo e mexa até derreter em seguida acrescente meio copo de água. Unte a forma do pudim com a calda e deixe esfriar.

Pudim: Misture em um recipiente o açúcar e a farinha para não empelotar a massa, coloque metade do leite, o queijo e o coco ralados e a manteiga. Em outro recipiente bata os ovos inteiros e passe-os numa peneira para retirar a pele e acrescente à massa. Mexa bem até que a massa fique homogênea. Aqueça o restante do leite e acrescente a massa junto com algumas gotas de baunilha. Leve ao forno em banho maria por 45 minutos.



(tirado do programa JOGO DE CINTURA)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O CORVO

O CORVO

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.

A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.

Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."

Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.

E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".

Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".

Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".

A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".

Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".

Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!

Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ânsia e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Édem de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!


Edgar Allan Poe
(Tradução de Fernando Pessoa)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

Desfile Plus Size carlota rio 2010

http://www.youtube.com/watch?v=btLER0733zA

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

GORDINHAS REALIZAM ENSAIO POLÊMICO E SENSUAL

Algumas fotos do ensaio:








Ensaio Fotográfico das TOP FIVE


GORDINHAS REALIZAM ENSAIO POLÊMICO E SENSUAL

TOP FIVE das modelos plus size Brasileiras, se unem e inovam na produção de um editorial pra lá de sensual.

‘Na contramão da “ditadura da magreza” reunimos cinco modelos plus size mais requisitadas do País para estrelar um editorial nada convencional: o TOP 5 Andrea Boschim, Bianca Raya, Celina Lulai, Mayara Russi e Simone Fiúza, o ensaio foi assinado pelo renomado fotografo Spartacus Breches, mostrando sensualidade, e , juntas lutar pela valorização da mulher real.
A idéia do projeto TOP 5 é valorizar a mulher como ela é e criticar o modelo de mercado atual, ditador de beleza. “Temos a missão de levar às mulheres que fogem dos padrões impostos pela sociedade, a imagem da autoaceitação. Podemos ser lindas e sensuais mesmo acima do peso, e o mais importante é que temos saúde!” diz Simone Fiúza idealizadora do projeto.
Para Boschim, a idéia do ensaio é mostrar que não há competição entre nós, além de trazer ao público cinco tipos de beleza plus size e também uma forma de provar que a sensualidade ultrapassa o manequim 38. Além de modelo, ela é uma das organizadoras do Fashion Weekend Plus Size – FWPS, primeiro evento de moda realizado no país exclusivamente para o público plus size, que acontece nos dias 23 e 24 de julho, no SENAC Lapa Faustolo, em São Paulo. Em sua segunda edição, o Fashion Weekend Plus Size contará com o desfile de 14 grifes de moda GG.
Essa iniciativa visa inovar, quebrar preconceitos e alavancar cada vez mais o mercado GG no país, que tem crescido ano após ano.


O TOP FIVE, quer exaltar que o importante na busca da felicidade é a aceitação, o bem estar e a saúde e não a busca frenética pelo corpo perfeito. Há beleza e sensualidade além do manequim 38.


Por Simone Batista– 6 de setembro de 2010
Colocado em: Beleza, Bem-estar, Comportamento, Moda, Moda GG, Plus size


Siga: www.twitter.com/top5oficial ‘




bel

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Óleo Vegetal de Semente de Uva.








Óleo Vegetal de Semente de Uva
Vitis Vinifera

Descrição
O Óleo Vegetal de Semente de Uva é finíssimo e com alto poder de penetração na pele, é ideal para ser usado juntamente com óleos essenciais em massagens. É leve e quase sem odor. Tonificante e revitalizante da pele. Previne estrias devido à alta concentração de alfa tocoferol. Já os ácidos linolêico e palmítico são os responsáveis pela regeneração e manutenção do tecido cutâneo revitalizando-o. Pode ser usado diariamente como óleo pós banho, em massagens, e também na pele facial (mesmo em peles com acne).

Saiba Mais.
Sobre o Óleo Vegetal de Semente de Uva
O óleo de Semente de Uva é extraído da semente do fruto, tendo elevado teor de alfa-tocoferol, ácido linolêico e ácido palmítico, que são responsáveis pela regeneração e manutenção do tecido cutâneo, revitalizando-o. O óleo de Semente de Uva possui características que o tornam muito superior aos óleos comercialmente utilizados no consumo humano. Rico em ácido linoléico, possui grande poder antioxidante em decorrência da presença de vitamina E em sua composição; é um produto muito importante na prevenção de doenças coronárias e é amplamente utilizado na indústria cosmética para produção de loções e cremes para fins estéticos. As indústrias que processam a uva no Brasil são, na sua maioria, vinícolas que consideram a Semente de Uva como um rejeito. O rendimento do processo bem como a composição do produto final dependem da interação de diversas variáveis. Desde 1930 o óleo vegetal de Semente de Uva vem sendo usado como óleo comestível. Alemanha, França e Itália foram os primeiros países a beneficiarem a Semente de Uva, enquanto que na América do Sul foram Argentina e Chile. Os maiores produtores mundiais de óleo de Semente de Uva são Estados Unidos, Espanha e Itália. No Brasil as Sementes de Uva eram usadas como ração para gado ou serviam como aterro, não sendo destinadas a nenhum uso mais importante. Atualmente já se sabe do grande potencial econômico que o óleo de Semente de Uva comporta. Devido às suas excepcionais qualidades, o óleo de Semente de Uva pode substituir praticamente todos os óleos vegetais tradicionalmente consumidos. O óleo de Semente de Uva tem grande utilidade em produtos para o corpo como loções hidratantes, cremes de massagem, óleos de banho, produtos pós sol e sabonetes. É de grande utilidade na prevenção de estrias devido a sua elevada concentração alfa-tocoferol. Indica-se de 2 a 5% para loções, cremes, óleos de banho. Para sabonetes pode ser usado até 1%.

Em 60 ml de óleo vegetal de Semente de Uva adicione 15 gotas de óleo essencial de Lavanda e 15 gotas de óleo essencial de Gerânio para obter um óleo altamente perfumado e relaxante.

LINDO.

IDÉIA





Não reparem na qualidade da foto.
O importante aqui é se inspirar na idéia,
Solução que poupa espaço e reaproveita garrafas pet, o quadro vegetal é simples de tudo. Só é preciso montar uma moldura, com um fundo firme. As garrafas, cortadas ao meio, são pregadas sobre ele.
Para assegurar que não caiam com o peso da terra, devem ser pregadas em dois pontos. Façam um furinho no fundo de cada garrafa para escoar a água.
Os furinhos ainda servem como regadores: vocês molham os copinhos de cima e eles se encarregam de escoar a água para os de baixo. Aí é só pensar nas plantas.
Sugiro temperos, cactos, suculentas, lambari-roxo, trapoeraba-roxa, véu-de-noiva, dinheiro-em-penca e muitas outras folhagens. Beijos a todos, até amanhã!

CANECAS.



A ideia não é nova, mas gostei tanto da maneira como foi apresentada pela revista inglesa Livingetc, que resolvi falar novamente sobre plantas dentro de louças.

Como fazer: se você quiser manter as canecas com ervas por mais tempo, é indicado furá-las na base para drenar a água. Faça um “X” com fita adesiva no centro da caneca e fure-a levemente com uma furadeira. A fita adesiva evita que a cerâmica lasque em outros pontos. Use pedriscos ou argila expandida para forrar o fundo da caneca, depois um pedacinho de manta de poliéster e então a terra. Em cada caneca, plante uma erva: salsinha, cebolinha, hortelã, manjericão, alecrim…

As canecas podem ser colocadas no parapeito da janela, para que as ervas recebam luz natural. Outra sugestão da revista é embrulhar as canecas com papel celofane transparente e fazer um lacinho com junco, palha ou o plástico colorido das sacolinhas de mercado. Um ótimo presente para um convite inesperado.

Mais uma dica para quem não tem espaço de sobra, mas curte a ideia de colher as suas próprias hortaliças. Estas calhas são perfeitas para acomodar as mudas de alfaces, rúculas, cebolinhas, entre outras espécies. Como as raízes não necessitam de muita profundidade, o segredo para mantê-las bonitas são as regas diárias e o sol abundante.

No portão do mesmo local, ainda encontrei este avental com plantinhas nos bolsos. Sugestão para fugir dos vasos. ´


Se você tem dificuldade em diferenciar os temperos de sua horta, aqui vai a dica. Estes vasos de cerâmica com os nomes dos temperos escritos à mão entram na minha lista de coisas simples de fazer, que tornam o cantinho verde um luxo

Armação de suporte para vaso.




.Limão em escalada

O esquema não vale só para frutíferas, mas é tudo de bom para tê-las em varandas pequenas. Nas tinas foram fincadas ripas de madeira amarradas por arames. Cada exemplar da planta foi conduzido ao longo de uma haste. O resultado é esta exuberância da planta, um luxo que pode ser feito com trepadeiras também.

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http://www.plantaebomdemais.com.br/?cat=265

Dicas para cuidar das plantinhas.


Não basta ter um jardim, ele tem que ser bem cuidado, não é mesmo?
E não pense que isso é tarefa super complicada, Gisele Melo, paisagista e proprietária da Floricultura Folha G, nos dá algumas dicas bem simples para a manutenção do seu jardim.

O que fazer?

Diariamente:
• Verifique quais as plantas que precisam de água.
• Remova as flores murchas.
• Elimine as folhas secas, deterioradas ou manchadas.
Semanalmente :
• Verifique se as plantas estão sendo atacadas por pragas ou doenças. Tome providência.
• Verifique a mistura de solo.
• Vire os vasos para que as plantas recebam luz por igual; se você não fizer isso, elas tenderão a se desenvolver só para um lado.
• Verifique as condições de temperatura, luminosidade, umidade atmosférica e ventilação.
Mensalmente:
• Faça imersão em água das plantas que estão em vasos pendentes.
• Retire estacas para enraizar.
• Desponte as plantas que você pretende deixar mais densas.
Pulverize ou passe um pano nas folhas para eliminar a poeira.
Trimestralmente:
• Verifique se as raízes estão saindo pelo furo de drenagem do vaso, ou seja, se a planta precisa ser reenvasada.
• Pode as plantas pendentes.
• Limpe os terrários para que as plantas recebam boa luminosidade.
Divida as touceiras de plantas que tomaram conta do vaso.
Anualmente:
• Faça podas.
• Reenvase as plantas que precisarem de novo recipiente ou nova mistura de solo.
Pode as raízes e reenvase os bonsais.

Agora se seu jardim já demonstra alguns sinais de perigo veja o porque (abaixo) isso pode estar acontecendo para buscar soluções.

Pontas marrons:
• Umidade atmosférica muito baixa .
• Excesso de fertilizante.
• A mistura do solo não retém água suficiente.
•Excesso de flúor ou cloro na água da rega
Folhas amareladas :
• Falta de fertilizante.
• Regas em excesso.
• Correntes de ar quente.
• Correntes de ar frio.
• Folhas velhas.
Folhas caindo :
• Umidade atmosferica muito baixa.
• Excesso de água.
• Falta de água.
• A planta está se adaptando ao novo ambiente
Folhas nascem pequenas :
• Baixa luminosidade.
• Alta luminosidade.
• Falta de fertilizante.
Folhas com áreas mortas :
• Provocadas por pingos de água fria.
• Provocadas por queimaduras do sol.
Folhas com hastes longas :
• Baixa luminosidade.
• Excesso de fertilizante ,sobretudo de nitrogênio.
A planta não cresce :
• Local muito frio.
• Baixa luminosidade.
Os botões caem :
• Correntes de ar quente.
• Correntes de ar frio.
• Umidade atmosferica insuficiente .
• Ambiente muito aquecido.
• Mistura do solo muito porosa e drenável.
• Planta constantemente mudada de local.
Não produz flores :
• Baixa luminosidade.
• Podas mal feitas.
Murcha frequentemente :
• O vaso já está pequeno.
• Ambiente muito quente.
• Umidade atmosferica insuficiente.

Saiba mais entrando em contato direto com a Gisele, mais uma paisagista que acha Planta Bom Demais.
Floricultura Folha G

31 34434118

folha.g@terra.com.br

www.folhag.com.br

Lavanda......................




Resolvi comprar um vasinho de lavanda!!


Como não fazia idéia do modo correto de cuidar, fiz uma pesquisa básica. Pra quem gosta de jardinagem encontrei o blog Bolotas Guardadas. Segue a descrição e como cuidar da Lavanda.

Descrição: A Lavandula angustifolia, é uma planta com excepcional aroma que emite quer a partir das suas flores que surgem em Julho, quer a partir das suas “folhas estreitas” (angustifolia, tradução do latim) cinzentas esverdeadas. A flor da Lavanda é, regra geral, azul-lilás e desenvolve-se em espiga ao longo de um caule fino e longo, que cresce acima das folhas. Embora se julgue que é uma erva aromática, a Lavanda é um arbusto perene de caule lenhoso.

Cultura: Muito fácil de cultivar, a Lavanda requer solo pouco fértil, quase dispensando qualquer fertilização adicional. Desenvolve-se em solos secos sem necessidade de rega especial. Não é atacada por pestes ou pragas e o único cuidado que requer verdadeiramente é a poda a realizar no mês de Abril sobre os ramos que nasceram no ano anterior, para encorajar novos rebentos e estimular floração mais abundante. Para melhores resultados, é aconselhável uma segunda poda a meio ou no fim do Verão com o objectivo de retirar as flores velhas e os respectivos caules secos. Resiste extraordinariamente ao frio, podendo durar anos a fio no mesmo local sem problemas.

Propagação: A propagação da Lavanda é muito fácil. Em Agosto ou Setembro retire estacas ou divida cada planta cuidadosamente pela raiz, plantando num meio arenoso e protegido do vento. É difícil obter plantas de Lavanda por semente, se bem que não seja impossível. Se quiser tentar, semeie directamente no local definitivo e aguarde algum tempo até que um rebento surja. A planta terá 25 a 30 cm ao fim de dois anos. Também existem pés de Lavanda de pequena dimensão em viveiro, mas tenha muito cuidado com a manipulação destas plantinhas pois são extraordinariamente sensíveis e não gostam de ser mexidas.






Meu “pé” de lavanda!
Maio 16, 2010 por marianapp
esta matéria não é de minha autoria, ame e retirei do blog
FUNDO DA MARI.
http://mundodamari.wordpress.com/2010/05/16/meu-pe-de-lavanda/
Outra dica do blog é: quando for comprar, certifique-se que esteja levando para casa lavanda, pois o alecrim é bem semelhante.







quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Natal, aleluiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Natal, eba!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Natal vem ai.

amo estes ratinhos.




Felicidade.


"Quando uma porta da felicidade se fecha, outra se abre e frequentemente olhamos por tanto tempo para a porta que se fechou que não vemos aquela que se abriu para nós."
(Helen Keller)