segunda-feira, 23 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

Sorocabana.


SAUDADE.......................

A estação, sem data. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960

Estação, prov. anos 30. Foto cedida por Marcelo Tálamo

Plataforma da estação de Sorocaba, sem data. Foto cedida por Alberto Del Bianco



A plataforma da estação, 1909. Foto cedida por Marcelo Tálamo



A estação, em 1877. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960

Estaçao Ferroviária Sorocabana




E. F. Sorocabana (1875-1892)
Cia. União Sorocabana e Ytuana (1892-1907)
Sorocabana Railway (1907-1919)
E. F. Sorocabana (1919-1971)
FEPASA (1971-1998)
SOROCABA
Município de Sorocaba, SP
Linha-tronco - km 104,664 (1931) SP-0580
Inauguração: 10.07.1875
Uso atual: fechada com trilhos
Data de construção do prédio atual: 1875

HISTORICO DA LINHA: A E. F. Sorocabana foi fundada em 1872, e o primeiro trecho da linha foi aberto em 1875, até Sorocaba. A linha-tronco se expandiu até 1922, quando atingiu Presidente Epitácio, nas margens do rio Paraná. Antes, porém, a EFS construiu vários ramais, e passou por trocas de donos e fusões: em 1892, foi fundida pelo Governo com a Ytuana, na época à beira da falência. Em 1903, o Governo Federal assumiu a ferrovia, vendida para o Governo paulista em 1905. Este a arrendou em 1907 para o grupo de Percival Farquhar, desaparecendo a Ytuana de vez, com suas linhas incorporadas pela EFS. Em 1919, o Governo paulista voltou a ser o dono, por causa da situação precária do grupo detentor. Assim foi até 1971, quando a EFS foi uma das ferrovias que formaram a estatal FEPASA. O seu trecho inicial, primeiro até Mairinque, depois somente até Amador Bueno, desde os anos 20 passaram a atender principalmente os trens de subúrbio. Com o surgimento da CPTM, em 1994, esse trecho passou a ser administrado por ela. Trens de passageiros de longo percurso trafegaram pela linha-tronco até 16/1/1999, quando foram suprimidos pela concessionária Ferroban, sucessora da Fepasa. A linha está ativa até hoje, para trens de carga.

A ESTAÇÃO: A estação de Sorocaba foi inaugurada em 1875 como o ponto final da linha original da Sorocabana, que não por acaso tem esse nome: a idéia original dos donos era ligar Sorocaba a São Paulo pelo caminho mais curto. Dois anos antes, justificava-se sua posição: "O lugar para a estação de Sorocaba sofreu uma mudança para com o primiero projeto, motivada pelas seguintes razões: Para chegar ao lugar primeiramente destinado a receber o edifício desta nossa estação central, o traçado cortou várias ruas da cidade de Sorocaba que portanto teria que ter diversas passagens em nível, e o novo as evita sa mesma maneira transpondo muito antes o o ribeirão do Superery, afastando-se ainda mais da cidade e deixando a maior parte dessas ruas do seu lado esquerdo. A despesa do movimento de terra para a criação do plano da estação diminuiu com o novo projeto, como patenteiam as plantas topográficas aqui existentes. Também se evita a expropriação de muitas parcelas de quintais de numerosos proprietários. Diminui enfim o lugar novamente escolhido o valor total da expropriação e sobretudo ficará com bastante espaço para os fins desejados, como para a colocação dos necessários edifícios, que não sou poucos, e para o tráfego tanto da via férrea quanto para os veículos estranhos" (C. Spetzler, Engenheiro em Chefe, Relatório da Sorocabana, 27/09/1873). Em 1876, a linha já se estendia até Villeta (George Oetterer), e foi seguidamente sendo prolongada até atingir, em 1922, o rio Paraná, em Presidente Epitácio. Inicialmente sede das oficinas da linha, estas foram, em 1903, transferidas para a estação de Mairinque. Em 1929, o prédio original foi reformado e transformou-se no atual, tornando-se um dos maiores edifícios de toda a linha. Ainda funcionou como uma


ACIMA, topo esquerda e direita: vistas do saguão principal, restaurado, em 11/2007. ABAIXO: bilheterias do saguão e detalhe de uma das bilheterias, a de 2a classe (Fotos Diovani Resende, 11/2007).
estação tradicional, vendendo bilhetes, embarcando e desembarcando passageiros até a entrada de operação da Ferroban, no final de 1998. Da estação de Sorocaba sai a E. F. Votorantim, pertencente originalmente à Votorantim e hoje operada pela Ferroban. Embora o trem de passageiros da linha-tronco tenha sido desativado em 16/01/1999, Sorocaba continuou embarcando os passageiros da linha Sorocaba-Apiaí, que seguia pelo antigo ramal de Itararé, até 01/03/2001, quando esse trem também foi suprimido. O pátio e a estação estiveram abandonados e ameaçados até de demolição. No final de 2005, a Prefeitura de Sorocaba conseguiu negociar com a RFFSA a compra e a posse provisória da estação, que em 2009 pretende transformá-la na sede do futuro Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba.
(Fontes: Ralph M. Giesbrecht, pesquisa local; Vagner Abreu, 2009; Alberto Del Bianco; Diovanni Resende; Marcelo Tálamo; Ricardo Koracsony; Adriano Martins; E. F. Sorocabana: relatórios oficiais, 1872-1969; Noventa anos da Sorocabana, 1960; IBGE, 1960; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)


A estação, em 1877. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960
A estação, sem data. Foto do livro dos 90 anos da EFS, 1960
A plataforma da estação, 1909. Foto cedida por Marcelo Tálamo

Plataforma da estação de Sorocaba, sem data. Foto cedida por Alberto Del Bianco
Estação, prov. anos 30. Foto cedida por Marcelo Tálamo
A estação em 20/02/1998. Foto Ralph M. Giesbrecht

Tristeza e abandono na plataforma da estação de Sorocaba, em novembro de 2002. Foto Ricardo Koracsony
Os portões da judiada estação, em 03/2003. Foto Adriano Martins
Fachada da estação restaurada, em 2007. Foto Diovanni Resende


Atualização: 20.02.2011







Página elaborada por Ralph Mennucci Giesbrecht.

cutes e queros.




Lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Joaninhas.

Joaninhas
Inseto é um predador voraz

As joaninhas são insetos pequenos e coloridos, muito admirados por sua beleza e, em muitas culturas, símbolos de boa sorte e fartura. Esses simpáticos insetos pertencem à ordem Coleóptera, assim como os besouros, e à família Coccinellidae, para a qual já foram descritas mais de 5.000 espécies.

Os insetos da ordem Coleóptera possuem dois pares de asas. Um par é fino e membranoso e encontra-se sob o outro par de asas, chamadas de élitros, que são duras e resistentes. Os élitros da maioria das espécies de joaninhas possuem cores vibrantes, como amarelo, laranja e vermelho, com pequenos pontos pretos. Porém, algumas apresentam uma coloração escura e uniforme.

Estes insetos medem entre 0,3 mm e 10 mm de comprimento e possuem um par de antenas com função sensorial. As antenas são utilizadas na procura de alimentos, para localização espacial, procura por parceiros reprodutivos, entre outras funções. Para manter as antenas limpas, as joaninhas as esfregam com o primeiro par de patas, e, desta forma, removem resíduos que podem interferir em sua sensibilidade.


Como se protegem
As joaninhas se alimentam de pequenos insetos, ácaros, pólen e néctar. Apenas duas espécies se alimentam de tecidos vegetais. Por sua vez, as joaninhas são predadas por insetos maiores, algumas espécies de pássaros e anfíbios.

Para se proteger, elas contam com algumas estratégias. A coloração vibrante pode atuar como uma forma de aviso ao predador sobre a sua impalatabilidade, ou seja, seu gosto ruim, ou sobre a sua toxicidade, evitando que o predador a ataque. Outra forma de defesa utilizada por algumas espécies é o comportamento de deitar-se com o abdome para cima, seguido da liberação de um líquido com odor desagradável. Dessa forma, a joaninha finge-se de morta e esquiva-se da atenção de seu predador.


Controle biológico de pulgões
Os afídeos, popularmente conhecidos como pulgões, são insetos pertencentes à ordem Hemyptera e parasitam diversas espécies vegetais. Os pulgões possuem um aparelho bucal do tipo sugador, com o qual perfuram os tecidos vegetais, alcançado seus vasos condutores e sugando sua seiva. São considerados pragas agrícolas e podem causar sérios prejuízos às plantações.

As joaninhas são predadoras vorazes de pulgões, alimentando-se tanto da forma adulta quanto da larva. Uma única joaninha pode comer mais de 50 pulgões por dia. Por esse motivo, as joaninhas são freqüentemente utilizadas para realizar o controle biológico desta praga em áreas de cultivo agrícola. Com esse objetivo, centenas de joaninhas são introduzidas na plantação para que, ao se alimentarem dos pulgões, livrem as plantas desse parasita.

Essa estratégia é interessante, pois evita o uso de inseticidas químicos, que podem ser tóxicos para o ambiente e para o homem. Porém, deve ser realizada com cautela e com base no conhecimento científico, uma vez que, caso seja introduzida uma espécie exótica, ou seja, que não ocorre naturalmente no local, corre-se o risco de provocar um desequilíbrio ecológico. O resultado pode ser desastroso, ocasionando o desaparecimento das espécies de joaninha nativas e também levando à desequilíbrios na cadeia alimentar do ecossistema.

Um caso famoso ocorreu nos Estados Unidos, quando uma espécie asiática foi introduzida em plantações para controlar os pulgões e, por falta de predadores, acabou por se reproduzir descontroladamente, transformando-se numa praga doméstica que infesta casas e jardins.


Reprodução
As joaninhas, assim como os demais insetos, são organismos dióicos, ou seja, existem fêmeas e machos. Em muitas espécies, machos e fêmeas são morfologicamente diferentes, podendo apresentar tanto tamanhos quanto cores diferentes. A esta diferença é dado o nome de dimorfismo sexual. A fecundação é interna e pode ocorrer diversas vezes ao ano.

Em cada ciclo reprodutivo, a fêmea pode colocar de 10 a mais de 1.000 ovos. Antes da postura, a joaninha procura um local adequado para a eclosão dos ovos, geralmente depositando-os de forma agrupada, sobre folhas ou caules de plantas, e próximos a fontes de alimento. Da sua eclosão até atingir a forma adulta, as joaninhas sofrem a chamada metamorfose completa, ou seja, passam pelos estágios de larva e pupa. Por isso, seu desenvolvimento é classificado como holometábolo (do grego holos, total, e metáboles, transformação).


Desenvolvimento
Após um período que varia entre 4 a 10 dias, as larvas eclodem e começam a se alimentar. Muitas vezes, o primeiro alimento é a casca de seu próprio ovo. O tempo de eclosão das larvas depende da espécie, mas também está relacionado à temperatura do ambiente, sendo menor em regiões de clima tropical, ou nas estações quentes do ano. As larvas em nada lembram as joaninhas adultas. São alongadas e apresentam uma coloração escura.

Durante o seu crescimento, podem ocorrer de 4 a 7 mudas. As mudas, ou ecdises, são as trocas periódicas do exoesqueleto quitinoso que envolve o corpo dos artrópodes e que permite o seu crescimentos um período que pode variar de uma semana até cerca de 20 dias, a larva se fixa a um substrato, geralmente caules ou folhas, e se transforma na pupa. A pupa é um estágio imóvel, no qual inúmeras transformações irão resultar no indivíduo adulto. Este estágio pode durar até cerca de 10 dias, dependendo da temperatura e da espécie.

Após este período, a parede da pupa se abre e, finalmente, emerge a forma adulta da joaninha. Assim que a joaninha sai da pupa, o seu exoesqueleto ainda é mole e vulnerável, por isso, ela permanece imóvel durante alguns minutos, até que ele endureça e ela possa voar. O tempo de vida de uma joaninha varia entre 3 até cerca de 9 meses.

Por Isasakura
de, Alice Dantas Brites.

Lindinhos.






Querooooooooooooo........................


Quero um bolo de Joana.

Amo Joaninhas.